O Papagaios Berrantes chega ao
fim!! boas postagens, excelentes seguidores mas como tudo chegou ao fim,
quero agradecer a todos por todos estes anos e convidá-los para meu
novo blgo o Bagageiro
Pela marca que nos deixa
A ausência de som que emana das estrelas
Pela falta que nos faz
A nossa própria luz a nos orientar
Doido corpo que se move
É a solidão nos bares que a gente frequenta
Pela mágica do dia
Que independeria da gente pensar
Não me fale do seu medo
Eu conheço inteira sua fantasia
E é como se fosse pouca
E a tua alegria não fosse bastar
Quando eu não estiver por perto
Canta aquela música que a gente ria
É tudo que eu cantaria
E quando eu for embora, você cantará
Desse meu mundo eu crio o seu
Que poderá ser mais belo do que eu
Poderá vir com pouco do mais
Saberá vir com "Galos, noites e quintais"*
O momento da vinda, escada da vida
Seus passos , meus passos
seu riso, meu dia.
e se tudo é fruto
Saberei que dá tua árvore
sairá a terra a nova terra.
Como orvalho, como folha
Nova era, novos sonhos
O temor e a paciência
A chuva e o sol.
O vento sopra a noite sobre mim
E eu sinto tanto frio, mas eu sei
Melhor ficar assim, melhor não ter
Alguém pra ir embora, pra esquecer
Então você me trouxe, pro lado quente e doce
Então você me trouxe o que eu queria ter
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver
O vento sopra a noite de uma vez
E o frio que eu sentia vai também
E quando nasce o dia sobre nós
O dia é só pra agente mais ninguém
Por que você me trouxe, pro lado quente e doce
Por que você me trouxe o que eu queria ter
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver
E mesmo sem querer você me deu
O que mesmo sem saber no fundo eu sempre quis
Agora que eu já sei, eu vou fazer
O que eu puder fazer pra te fazer feliz
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver.
Você, que tanto tempo faz,
Você que eu não conheço mais
Você, que um dia eu amei demais
Você, que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você, que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você, que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você
E hoje nada sou
A música italiana já é apaixonante por si própia. O sotaque italiano traz charme e intensidade. Aqui está uma das músicas mais bonitas que já ouví na voz de Sergio Endrigo, o Crota mais Italiano que já conheci.
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Descabelado, malucado, doido
Mas muito integrado nesse nosso amor
Um dia, uma dúvida, várias palavras
Uma conduta.
Nem com todo amor se cura, nem com toda dor se mucha
É a certeza e o não, é o prazer e o fim.
A estrada que não se faz, a idade que trai
A verdade que é sua, a mentira que é nua.
E do ego se faz o gozo, e da prece se dá a mão.
Como todo dilúvio, o pingo é só começo
O chão a inundação
Abre os braços, pede abrigo
Abre a blusa pede perdão
Fecha o riso que está timido
Fecha a mão com intenção.
Tristeza será?
Liberdade talvez?
Agonia em estar
Tentativa de não ter.
Todo anoitecer ele chega, sorrateiro. Seja no luar, seja no calor do sono, Seja no olhar vendo o amanhecer... Sussurros, vestígios, regozijos. O calor do sono ressuda, O olhar pela janela embaça... Sorrateiro ele fica, Atormentador ele se vai... E assim os clarões despontam e as palavras findam.