sexta-feira, 6 de julho de 2012

Caros, bom dia!!

O Papagaios Berrantes chega ao fim!! boas postagens, excelentes seguidores mas como tudo chegou ao fim, quero agradecer a todos por todos estes anos e convidá-los para meu novo blgo o Bagageiro

http://bagageiroce.blogspot.com.br/

Nos encontramos lá. Abs!!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Estrelas

Pela marca que nos deixa
A ausência de som que emana das estrelas
Pela falta que nos faz
A nossa própria luz a nos orientar
Doido corpo que se move
É a solidão nos bares que a gente frequenta
Pela mágica do dia
Que independeria da gente pensar
Não me fale do seu medo
Eu conheço inteira sua fantasia
E é como se fosse pouca
E a tua alegria não fosse bastar
Quando eu não estiver por perto
Canta aquela música que a gente ria
É tudo que eu cantaria
E quando eu for embora, você cantará

Oswaldo Montenegro

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Concreto

Nova lua, novas estrelas
Pouca constelação no velho céu
Os ares do sul com a brisa do norte
As cores do horizonte sobre meu ombro.

Construir casas, derrubar muros
Luvas de cetim, meias de algodão
Lógica , correnteza,
Quebras, idéias, minutos.

Sobre o meu, sobre o seu
Nada nosso, mas tudo é novo
Tudo é concreto.


Germano Gomes


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Gui

Desse meu mundo eu crio o seu
Que poderá ser mais belo do que eu
Poderá vir com pouco do mais
Saberá vir com "Galos, noites e quintais"*

O momento da vinda, escada da vida
Seus passos , meus passos
seu riso, meu dia.

e se tudo é fruto
Saberei que dá tua árvore
sairá a terra a nova terra.

Como orvalho, como folha
Nova era, novos sonhos
O temor e a paciência
A chuva e o sol.

Meu filho, meu guia.


Germano Gomes




*trecho da música do Belchior

terça-feira, 19 de outubro de 2010

AUTOMOTIVO

O que eu sempre quis viver - Heróis da resitência

O vento sopra a noite sobre mim
E eu sinto tanto frio, mas eu sei
Melhor ficar assim, melhor não ter
Alguém pra ir embora, pra esquecer
Então você me trouxe, pro lado quente e doce
Então você me trouxe o que eu queria ter
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver
O vento sopra a noite de uma vez
E o frio que eu sentia vai também
E quando nasce o dia sobre nós
O dia é só pra agente mais ninguém
Por que você me trouxe, pro lado quente e doce
Por que você me trouxe o que eu queria ter
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver
E mesmo sem querer você me deu
O que mesmo sem saber no fundo eu sempre quis
Agora que eu já sei, eu vou fazer
O que eu puder fazer pra te fazer feliz
Depois de tanto tempo eu durmo em paz
E eu jã não tenho tanto pra esquecer
Todo momento bom me faz lembrar
Cada sorriso seu me faz viver o que eu sempre quis viver.

Leoni

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nua, Nova Lua

Despida da fragilidade
Açoitada pelo desejo
Ela deixa o vento amá-la
Ela deixa a noite despertá-la.

Não mais que um ou dois amantes
Só pulsar e entregar
Carne viva, alma morta
Entre ao ato mais folgoso.

Teme o dia, cala a madrugada
Mostra o efêmero olhar
Viúva da bôca
Amante do corpo.

Mostre sua verdadeira face
Quebre o silêncio
Estremeçe o pilates
Estrague o coração que ainda pulsa.

Germano Gomes.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

AUTOMOTIVO

Se Jay Kay inventou algo melhor que Jamiroquai ele guardou para ele

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A cor negra

De tanto esperar ele se cala
Não entende vazio, dor, lamentações
Se jogou no infinito e não encontrou respostas.

O cheio de amor virou rancor
E por não saber o que acontecia decidiu partir.

Esperando que a rosa exalasse o cheiro
Ele quietou
Mas ela  nã desabrochar.

Agora cores não supreendem, velas não acendem, luas nem se abrem
O repúdio da rosa partiu o negro, despedaçou sua lama
É sina, é castigo, é reza.

É querer e deixar
É o partir e chorar.

Germano Gomes

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Calado

Culpa o céu e terra por teu fracasso
Enxuga tuas ágrimas com tua pele
Pra não ter que mostrar aos outros.

Esconde o devaneio que te enchestes
Massacra o coração arredio
Cheio de rugas, cheio de rancor

Cadê sua vitória linda flor?
cadê teu matírio? que não enxergo
Onde está a coragem anunciada?
Só vejo pétalas roubadas.

Ar  de autonomia
Corpo sem moradia.

Você tem o dom de escrever
Eu o de ouvir.

Germano Gomes

sábado, 4 de setembro de 2010

Você

Você, que tanto tempo faz,
Você que eu não conheço mais
Você, que um dia eu amei demais
Você, que ontem me sufocou
De amor e de felicidade
Hoje me sufoca de saudade
Você, que já não diz pra mim
As coisas que eu preciso ouvir
Você, que até hoje eu não esqueci
Você que, eu tento me enganar
Dizendo que tudo passou
Na realidade, aqui em mim
Você ficou
Você que eu não encontro mais
Os beijos que já não lhe dou
Fui tanto pra você
E hoje nada sou


Roberto & Erasmo Carlos

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Estou aqui

O que está a volta?
Do que se trata?
Onde está a dor?
Verdade?

Não pareçe o que mostra
Não esconde o que gosta
Não tens a alegria
Não tens a agonia

Certo que se foi
o que ainda nem vem
O que me faz pensar, me faz penar
Isso é o que está.

O lado da moeda
A festa que começa
a cólera que termina.

Estou aqui.

Germano Gomes

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

La passione per una ragazza

A música italiana já é apaixonante por si própia. O sotaque italiano traz charme e intensidade. Aqui está uma das músicas mais bonitas que já ouví na voz de Sergio Endrigo, o Crota mais Italiano que já conheci.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Entra um dia e outro...

Entre, não bata, invada, deixe seguir
Deixar, calar, viver, mentir
Entre chama e a água, entre vela e gelo
Deitar, amar, quebrar, sentir.

Apareçe, desapareçe
É louco, é gentil
Dando forma a cor
Dando vida a dor.

Noite, dia, tarde
Tarde demais
Ou demais o dia.

Fuja, diga, venha, esqueça
Onde for, vai lembrar, onde parar vai pedir
Minha dor, sua dor, minha cruz , sua cruz
Sua rosa, nosso espinho.

Entre uma rua e outra,
Entre uma curva e outra
Entre o lábio e outro
Entra um dia e outro...



Germano Gomes

terça-feira, 6 de julho de 2010

Quero Quero

Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Muito inibido, recatado, tímido, puro de amor
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Arrebatado, atirado, rápido, sem pu..dor
Sempre nessa vida solta
Fazendo a gente se chegar
Ao encontro natural
Muito bom de se ficar
Ai, eu quero, quero tanto
Que você me aceite do jeito que eu sou
Descabelado, malucado, doido
Mas muito integrado nesse nosso amor

Claudio Nucci

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Inacabado

Até que ponto vai a rigidez?
Qual a palavra que te deu a insensatez?
Pra onde foi a dúvidas?
O por que de tanta fúria?

O espaço foi o pedido
O silêncio foi sugerido
O dor é pertinente
A certeza inexistente.

Fechou-se, não deixou nem se criar
Foi embora sem avisar
Conteve a lágrima, partiu os olhos.
Obteve da página um gosto de ódio.

Só houve fuga, a fuga da rosa
O espinho secou
Não foi regado
Apenas inacabo.

Germano Gomes

terça-feira, 29 de junho de 2010

Opção

Um dia, uma dúvida, várias palavras
Uma conduta.
Nem com todo amor se cura, nem com toda dor se mucha
É a certeza e o não, é o prazer e o fim.

A estrada que não se faz, a idade que trai
A verdade que é sua, a mentira que é nua.
E do ego se faz o gozo, e da prece se dá a mão.

Como todo dilúvio, o pingo é só começo
O chão a inundação
Abre os braços, pede abrigo
Abre a blusa pede perdão
Fecha o riso que está timido
Fecha a mão com intenção.

Tristeza será?
Liberdade talvez?
Agonia em estar
Tentativa de não ter.

Germano Gomes

terça-feira, 18 de maio de 2010

Guest

Todo anoitecer ele chega, sorrateiro.
Seja no luar, seja no calor do sono,
Seja no olhar vendo o amanhecer...

Sussurros, vestígios, regozijos.
O calor do sono ressuda,
O olhar pela janela embaça...

Sorrateiro ele fica,
Atormentador ele se vai...

E assim os clarões despontam e as palavras findam.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Agenda (Provisório)

Tudo é provisoriamente eterno para os poetas.
Tudo é eternamente provisório para os amantes.
E o poema apenas a configuração do instante.


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